Ipês
“Ipê-amarelo” é um nome usado para mais de uma espécie. A Embrapa apresenta, por exemplo, Tabebuia alba e Handroanthus serratifolius. Confirme a identificação antes de escolher.
Viveiro de mudas
Desde 1976
Plantas nativas ocorrem naturalmente em uma determinada região. Para escolher mudas, é preciso confirmar a espécie, sua origem e sua adequação ao lugar onde serão plantadas.

Uma espécie é nativa de uma região quando ocorre naturalmente naquela área de distribuição. Uma planta pode ser nativa do Brasil sem ocorrer naturalmente em todas as regiões brasileiras. Para escolher, o nome do bioma é um ponto de partida; a ocorrência da espécie e as condições locais também precisam ser verificadas.
Uma espécie exótica está fora de sua área de distribuição natural. Isso não significa automaticamente que seja invasora: o Ibama usa uma definição específica para exóticas cuja introdução ou dispersão ameaça a diversidade biológica.
Os exemplos abaixo mostram a variedade de plantas brasileiras. Eles não são uma lista pronta para qualquer região, nem identificam automaticamente uma muda pelo nome comercial.
“Ipê-amarelo” é um nome usado para mais de uma espécie. A Embrapa apresenta, por exemplo, Tabebuia alba e Handroanthus serratifolius. Confirme a identificação antes de escolher.
A Eugenia uniflora é uma frutífera nativa estudada pela Embrapa. Pode integrar projetos com finalidade alimentar ou ambiental quando adequada ao local.
O nome reúne diferentes plantas brasileiras, com diversidade de frutos e características. Conheça a ficha da jabuticabeira e os critérios de escolha.
O Schizolobium parahyba é apresentado pela Embrapa como espécie nativa. Verifique ocorrência, porte adulto e condições do projeto antes de incluí-lo.
Comece pelo objetivo e pelo local. Para recuperação ambiental, a seleção de espécies e o método de plantio devem fazer parte de um projeto adequado à área.
Peça o nome científico e a procedência da muda. Um mesmo nome popular pode indicar espécies diferentes.
Consulte a distribuição natural e o ambiente da espécie; não presuma que toda planta brasileira seja nativa da sua propriedade.
Restauração, produção de frutos e paisagismo têm necessidades distintas. Considere o porte e o espaço da planta adulta.
Solo, água, luminosidade, clima e manejo influenciam a escolha. Confirme as condições necessárias para cada espécie.
A Embrapa disponibiliza informações sobre espécies para recuperação e recomenda que a escolha e o planejamento sejam feitos por profissional especializado.
A mesma planta pode ter mais de uma finalidade. Sua adequação depende da espécie e do lugar.
Espécies adequadas à região podem compor ações de recuperação da vegetação. Entenda o planejamento do reflorestamento.
Frutíferas como pitangueiras e jabuticabeiras podem ser consideradas conforme clima, espaço e objetivo do cultivo.
Porte, raízes, floração, luz e manejo precisam ser avaliados antes de escolher uma árvore para o espaço disponível. Conheça plantas ornamentais e critérios de escolha.
Não necessariamente. A distribuição natural varia entre espécies. Verifique onde a planta ocorre naturalmente e se o local oferece condições adequadas.
É uma espécie restrita naturalmente a uma determinada área geográfica. Uma espécie nativa pode ocorrer em uma região e também em outras; portanto, nem toda nativa é endêmica daquele lugar.
Nem sempre. Nomes como ipê-amarelo podem ser compartilhados por espécies diferentes. Solicite o nome científico e a procedência da planta que será adquirida.
Não. Ele reúne árvores de diferentes origens do catálogo comercial. Para escolher nativas, confirme a identidade e a ocorrência de cada espécie no projeto.
A Abritta produz mudas em Dona Euzébia, Minas Gerais. Informe as espécies, quantidades e destino para consultar as opções de fornecimento.