Porte
O CNCFlora/Jardim Botânico do Rio de Janeiro descreve árvores geralmente entre 5 e 15 metros, que podem alcançar mais. O tamanho varia com o ambiente e o indivíduo.
Viveiro de mudas
Desde 1976
O pau-brasil, Paubrasilia echinata, é uma árvore da Mata Atlântica classificada como criticamente em perigo. Conhecer sua origem, seu porte e as regras aplicáveis ajuda a planejar seu cultivo e sua proteção.

O nome aceito é Paubrasilia echinata; em referências mais antigas aparece como Caesalpinia echinata. O nome científico ajuda a distinguir a árvore de outras plantas chamadas por nomes parecidos.
O CNCFlora/Jardim Botânico do Rio de Janeiro descreve árvores geralmente entre 5 e 15 metros, que podem alcançar mais. O tamanho varia com o ambiente e o indivíduo.
As flores têm pétalas amarelas e uma marca avermelhada; as folhas são compostas por folíolos. Características visuais ajudam na observação, mas a identificação da muda deve ser confirmada pela procedência.
A espécie foi declarada árvore nacional pela Lei nº 6.607/1978. Seu valor histórico acompanha a necessidade de proteger suas populações naturais.
O CNCFlora descreve ocorrência natural na faixa atlântica do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro, em diferentes formações da Mata Atlântica. Uma árvore plantada fora dessa faixa não muda a distribuição natural da espécie.
Para restauração, verifique se a espécie e a procedência são adequadas ao ecossistema e à área do projeto.
Há orientações de cultivo em áreas bem drenadas, a pleno sol ou meia-sombra. Condições locais e adaptação da muda importam.
Reserve espaço para copa e raízes. Verifique construções, vias e rede elétrica antes de definir o lugar.
Recuperar vegetação envolve diversidade, proteção da área e acompanhamento, além do plantio de uma árvore.
Consulte a cartilha do Viveiro Florestal de Suape para características e condições de cultivo e os critérios para escolher espécies nativas.
Em outubro de 2026, o Ministério do Meio Ambiente informou que o pau-brasil passou de “Em Perigo” para “Criticamente em Perigo” na lista nacional. A classificação trata do risco de extinção na natureza.
Evite coletar mudas ou outros materiais de populações naturais sem observar as regras e autorizações aplicáveis. A proteção da espécie inclui restrições com condições e exceções previstas na legislação.
Para um projeto, peça o nome científico, a procedência e a documentação pertinente. Espécimes cultivados, materiais coletados na natureza e finalidades diferentes podem ter regras distintas.
Antes de corte, poda ou outra intervenção, consulte o órgão ambiental competente e as regras locais. A escolha do lugar deve considerar também a preservação futura da árvore.
Leia a atualização do MMA e as informações do Instituto Água e Terra sobre espécies ameaçadas.
Sim. Há projetos públicos de produção e plantio de mudas para conservação e educação. A proteção da espécie exige observar a origem do material e as regras aplicáveis ao local e à atividade. Para a situação concreta, consulte o órgão ambiental.
O espaço público tem regras locais. Consulte a prefeitura antes de plantar e avalie porte adulto, passagem de pedestres e rede elétrica; a espécie não deve ser escolhida apenas pelo tamanho da muda.
Não automaticamente. Considere ocorrência natural, procedência, diversidade genética e condições da área. Em projetos de recuperação, a escolha faz parte do diagnóstico e planejamento.
O desenvolvimento depende do local, da muda e dos cuidados ao longo dos anos. Planeje o espaço para uma árvore adulta sem assumir um prazo único de crescimento.
Reúna informações sobre a área e consulte as orientações de conservação aplicáveis. Veja outros critérios para plantas nativas e os primeiros passos da recuperação de mata ciliar.